Este blog tem o sincero interesse de divulgar meu trabalho artítico - acadêmico. Para assim satisfazer um anseio de divulgar a minha arte. Não quero precipitados elógios, nem crítica pela crítica... Quero a pura sinceridade. Quero reflexão. Quero práxis. Quero "a" crítica.
sexta-feira, 23 de novembro de 2018
terça-feira, 6 de novembro de 2018
ca mi nho
Reativando meu antigo Blog de poesia e arte trago a você o meu mais novo trabalho poético, ca mi nho. Antes da minha longa pausa neste blog estava eu em pleno pulmões trabalhando o estilo concreto na minha poesia, você vai encontrar em detalhes na apresentação "twittismo".
Sem mais, volto ao atual poema que inaugura uma nova fase, (depois da obscura reclusão que a vida nos encarregou e que agora destino me retoma) na minha poetisa, plenamente experimental e sem pretensões como outrora buscava.
ca mi nho é um poema vivo, pois é construído a partir do olhar do leitor para as diversas palavras, silabas e fonemas que o compõe. Vivo é a melhor definição para ele, porque como toda existência muda e se transforma a medida do tempo. As silabas anotadas em vermelho tem uma pura intensão didática de contribuir para olhos menos atentos em atuarem ativamente e buscarem em construir novos caminhos na leitura do poema.
A sua fôrma é talvez menos perceptível, quis trazer uma estrutura de paralelepípedos (silábicos) que ainda vemos nas arcaicas ruas e vielas que andamos, e que definem uma forma moderna para o poema, porém sem novidades.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Arte da 64 casas
O
Marília Xadrez Clube gostaria de acrescentar todo apoio dado ao MXC
nessa impreitada, são eles: Prefeitura Municipal de Marília, Secretaria
Municipal de Esportes, FIAT OGATA, Quero Mais Salgados, UNIMAR, COMAUTO
AUTO PEÇAS.... entre outros que nessa batalha vem nos proporcionando
alegria e títulos para Marília!
Att,
Leandro Custódio
Presidente do MXC
Att,
Leandro Custódio
Presidente do MXC
Marília Xadrez Clube faz um vice-campeão no II Aberto do Brasil de
Maringá.
AA Leandro Custódio (Presidente
do Marília Xadrez Clube)
Com 3 vitórias e 5 empates e
apenas 1 derrotas (MF Alfeu Bueno)o mariliense Luiz Eduardo Lemes Clemente de 29 anos foi
vice-campeão na categoria sem rating FIDE. Clemente teve um bom desempenho no
evento, mantendo a regularidade nos 5 dias, somando 5,5 pontos em 9 possíveis
terminando na 51ª posição dentre 251 jogadores e jogadoras de vários lugares do
país. Ressaltando que este foi o maior evento enxadrístico nacional deste ano
com a participação de 4 bandeiras estrangeiras ( Paraguai, Argentina, Servia, e
EUA) somando-se a 4 GM´s (Grande Mestre) ;
4 MI´s (Mestre Internacional) 11 MF´s ( Mestre FIDE) 2 WFM (Mestra FIDE)
2 CM (Candidato a Mestre)
Com uma organização impecável durante
os dias 8 a dia 12 de Agosto Maringá foi palco de mais de mais de 700 partidas
de nível excelente, onde podemos presenciar vários confrontos importantes, que
acontecerão nas primeiras mesas que definirão a classificação final do torneio,
que consagrou o GM paraguaio José Fernando Cubas, que em 9 partidas somou 8
vitórias consecutivas e apenas um empate na última rodada com o também GM
brasileiro Krikor Mekhitarian.
Meus aplausos ao MF Jomar Egoroff
diretor do Torneio, que nos recepcionou muito bem no torneio e manteve em todos
os dias o padrão excelente de organização, também parabenizá-lo pela linda
família que tive o prazer de conhecer. Aplausos também a equipe de arbitragem liderada
por FA Pedro Mendonça Caetano, não havendo nenhum problema durante esses dias
de evento, mantendo sempre o equilíbrio e o bom senso nas decisões.
Da minha parte cabe lamentar meu
desempenho que dessa vez não foi dos melhores, iniciando bem e acabando mal,
porém como professor fico consolado e muito feliz pelos resultados dos meus alunos
e companheiros Chrystian Allan da Rocha que fechou seu bloco FIDE e agora é
mais um brasileiro no ranking mundial, André Secco que por ser seu 1º torneio
vez bom resultado e Luiz Clemente que trouxe pra nossa cidade de Marília mais
um troféu pra hall de troféus do MXC.
Não podendo deixar de elogiar o
vice-campeão geral, o sem título, mas não menos forte, UMETSUBO que
incrivelmente esteve sempre nas primeiras mesas fazendo 7,5 pontos em 9
possíveis ficando a frente de GMS, MIS e etc... Sem contar sua vitória sobre o
GM Krikor e o empate sobre GM Matsura. Cesar UMETSUBO, se preparou muito para
seus confrontos, quem acompanhou viu, como ele sempre esteve muito bem em todas
as aberturas e no final de partidas. Espero, realmente, que está nova safra de
jogadores: SUPI, Cassemiro, Proudian, Quintiliano, Alfeu Bueno e entre outros prodígios
traga maiores glórias ao xadrez brasileiro que carece de glórias, vide que nem
em casa a gente anda fazendo nosso papel. Mérito de Cubas. Democracia nas entidades,
igualdade e popularização do xadrez nacional são princípios relevantes para
aqueles que querem conduzir nosso esporte nos próximos tempos.
Do xadrez feminino estou ainda
mais convencido que em breve teremos a nossa 1ª WGM brasileira, Vanessa
Feliciano demonstrou muita força em suas partidas, ficando com o título de
campeã feminina do torneio. Eu, particularmente, pude acompanhar uma bela
condução de final de bispo de cores opostas contra a figura Paulo Cesar Costa,
o mais conhecido e sólido PCC. Congratulações Vanessa boa sorte em sua jornada!
Novamente parabéns a todos os
participantes que para além de conquistas e tragédias só vocês podem
proporcionar tamanho êxtase nestes 5 dias épicos de confronto e batalhas na arte
das 64 casas.
Mais informações:
Resultado:
Link´s:
Fotos:
sábado, 16 de junho de 2012
LEITURA DRAMÁTICA NA BIBLIOTECA DA UNESP
dia 19 de junho, terça-feira, às 17 horas: leitura de
Show Opinião, de Armando Costa, Oduvaldo Vianna Filho
e Paulo Pontes
Local: hall da biblioteca do câmpus 1 da UNESP de Marília
Av. Hygino Muzzi Filho, 737
– fones 3402.1334/1335
Com o apoio do departamento de Filosofia e do
programa de pós-graduação em Filosofia, a biblioteca da Faculdade de Filosofia
e Ciências, câmpus de Marília da UNESP – Universidade Estadual Paulista “Júlio
de Mesquita Filho”, promove, durante todo o ano de 2012, um ciclo de Leituras
Dramáticas.
O ciclo consiste em leituras abertas de peças
teatrais brasileiras, realizadas mensalmente no hall da biblioteca, às
17:00.
Tem como finalidade divulgar, junto à comunidade
acadêmica e ao público em geral, textos de teatro que, na segunda metade do
século XX, buscaram pensar a política e a economia brasileiras em correlação
com movimentos de esquerda de âmbito mundial.
As leituras são realizadas por alunos dos cursos de
Filosofia, Pedagogia, Fonoaudiologia, Relações Internacionais e funcionários da
administração desta unidade, sob supervisão da profª drª Ana Portich, do
departamento de Filosofia da UNESP.
Ficha
Técnica
|
Elenco
Aline
Oliveira
Amanda
Mendes
Deise
Giovanini
Leandro
Custódio
Luís
Paulo
Milena
Fraga
Renata
Piovan
Toninho
Oliveira
|
Direção das leituras
Ana Portich
Participação da Orquestra
Unespiana de Transgressões (OUT), sob direção de
Lúcio Lourenço Prado
|
Show Opinião, de Armando Costa, Oduvaldo Vianna Filho
e Paulo Pontes
Após o golpe militar de abril de 1964, o teatro político no
Brasil sofre um violento revés. Dramaturgos como Augusto Boal e Oduvaldo Vianna
Filho, que haviam introduzido nos palcos brasileiros a questão do operariado
associada às contradições do capitalismo, são duramente reprimidos e obrigados
a tratar de política de modo apenas alusivo.
É neste momento que surgem espetáculos de protesto como o Show
Opinião, que estreia no Rio de Janeiro em dezembro de 1964, sob direção de
Boal. O roteiro foi elaborado em conjunto com os intérpretes das 20 e tantas
músicas incluídas no show: Nara Leão (posteriormente substituída por Maria
Betânia), Zé Kéti e João das Neves. Suas falas constituem depoimentos sobre a
condição de cada um desses cantores, expondo um panorama da produção artística
no Brasil e a necessidade de incorporar a arte popular ao mercado.
Nesse sentido, o nacional-popular
representaria um foco de resistência à ditadura militar. Entretanto, no Show
Opinião a assimilação do nacional-popular à indústria cultural não é
questionada, nem o sistema político-econômico que a embasa – o capitalismo.
Paradoxalmente, este foi o modelo de teatro político que ficou para a
posteridade, deixando à sombra o socialismo até 1964 defendido de modo tão
conseqüente por autores como Gianfrancesco Guarnieri, como o próprio Vianinha e
Augusto Boal.
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